Os tratamentos odontológicos e a reabilitação oral são importantes estratégias que possibilitam a melhor saúde e bem-estar dos pacientes.
Ao longo do tempo os implantes dentários têm demonstrado bons resultados para substituição de dentes perdidos. Muitas vezes, com possibilidade de instalação imediata do implante, torna o tratamento de dentes com comprometimento endodôntico mais rápido e previsível. Observa-se, porém que parâmetros para a tomada de decisão entre tratar um dente endodonticamente ou extraí-lo com base na literatura é difícil, pois os critérios usados para avaliar sucesso de implantes e endodontias são diferentes entre si impossibilitando sua comparação.
Considera-se que existe um conjunto de fatores que se devem ser analisados e julgados previamente ao tratamento. Tais aspectos são extremamente relevantes visto que uma escolha incorreta durante a avaliação pode comprometer o resultado final. Diante de tal cenário, surge o dilema: quais são os fatores limitantes, vantagens e desvantagens para determinar a melhor opção clínica entre preservar, reabilitar um dente, ou extraí-lo com posterior colocação de implante.
O tratamento endodôntico versus a implantodontia apresenta-se como duas terapias diferentes, que tem um objetivo comum a reabilitação. Pode-se concluir que existe um conjunto de fatores que devem ser criteriosamente analisados pelo profissional na escolha de qual terapia reabilitadora será mais indicada. Assim, a decisão entre o implante versus endodontia foi, e provavelmente será, alvo de controvérsia entre especialidades. Ambas as técnicas buscam devolver a saúde bucal dos pacientes seja através da preservação do dente presente pela endodontia ou pela reposição de um elemento dental ausente como na implantodontia.